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Venezuelanos empregados no Mato Grosso

 

Desde o inicio da construção do centro de acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras em Boa Vista, os três venezuelanos já se destacaram na obra, e receberam a proposta de trabalho do empresário Silmar Gomes de Moura, que participou voluntariamente do projeto. “Trabalhamos com construção civil e percebemos a força de vontade deles. Quando os convidei para vir a Mato Grosso a trabalho, um dos irmãos encheu os olhos de lágrimas, senti que deveria ajudá-los, por toda situação que estão passando. Meu desejo é de capacitá-los, que eles saiam daqui como profissionais”.

A história de Miguel, Yonathan e Luis, como de todos os “hermanos” que migraram para o Brasil, é a mesma. “Nosso país está complicado”. Acolhidos pela Fraternidade sem Fronteiras, em Boa Vista, os três imigrantes, agora estão empregados. Viajaram para a cidade de Sinop, no estado do Mato Grosso. Vida nova, casa brasileira e esperança recuperada.

“A situação do meu país está muito difícil falando de alimentação, emprego e insegurança. Na rodoviária de Boa Vista encontrei as pessoas da Fraternidade que Deus colocou no meu caminho e tem me ajudado muito. Foi uma esperança para mim”, relembra Miguel Angel Garcia Rondon, assim que acolhido, passou a ser colaborador da FSF. Miguel deixou sua família, com três filhos e agora espera ajudá-los de lá.

Luis Fernando Gomes tem 25 anos e com a mesma expectativa de dias melhores, também atravessou a fronteira na busca de uma oportunidade. “Está muito crítico tudo por lá, a comida, a medicina, a segurança, tudo. Aqui está tudo magnifico, só temos a agradecer a quem está nos ajudando”. 

Irmão mais novo de Luis, Yonathan Javier Gomez, tem 23 anos e já apresenta alegria em recomeçar. “Na Venezuela está caótico, aqui está tudo bem, me sinto bem aqui. Estou muito agradecido, agora é só trabalhar”.

 

 

 

 

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